O Hospital Geral de Caxias do Sul introduziu, em suas rotinas na UTI Neonatal, uma prática desenvolvida em hospitais da Dinamarca, desde 2013, que visa qualificar e humanizar o atendimento prestado aos bebês prematuros e a suas famílias.

Denominado The Octo Project (octopus significa polvo em inglês), a iniciativa consiste em inserir polvos confeccionados em crochê nas incubadoras dos bebês da UTI Neonatal com benefícios, já evidenciados na prática, para o bebê. Os idealizadores do projeto destacam que a presença do polvo contribui para estabilizar os sinais vitais do bebê, pois “a semelhança com o cordão umbilical faz com que os recém-nascidos lembrem-se do momento intrauterino, além de contribuir com a redução de eventos adversos relacionados à perda da sonda e outros dispositivos: o polvinho evita que os bebês retirem os tubos e monitores, isto porque, ao invés de puxar os equipamentos, eles estão com as mãozinhas ocupadas segurando os tentáculos do novo amigo”.

O projeto está sendo desenvolvido com o apoio de voluntários da comunidade, que confeccionam os polvos, de acordo com os padrões definidos (material 100% algodão, antialérgico e mantendo as características de formato do polvo) e dentro de protocolos de higiene e segurança.

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Negócios
20/04/2017 16:15:03

UCS: Hospital Geral adere a projeto de utilização de polvos de crochê na UTI Neonatal

O Hospital Geral de Caxias do Sul introduziu, em suas rotinas na UTI Neonatal, uma prática desenvolvida em hospitais da Dinamarca, desde 2013, que visa qualificar e humanizar o atendimento prestado aos bebês prematuros e a suas famílias.

Denominado The Octo Project (octopus significa polvo em inglês), a iniciativa consiste em inserir polvos confeccionados em crochê nas incubadoras dos bebês da UTI Neonatal com benefícios, já evidenciados na prática, para o bebê. Os idealizadores do projeto destacam que a presença do polvo contribui para estabilizar os sinais vitais do bebê, pois “a semelhança com o cordão umbilical faz com que os recém-nascidos lembrem-se do momento intrauterino, além de contribuir com a redução de eventos adversos relacionados à perda da sonda e outros dispositivos: o polvinho evita que os bebês retirem os tubos e monitores, isto porque, ao invés de puxar os equipamentos, eles estão com as mãozinhas ocupadas segurando os tentáculos do novo amigo”.

O projeto está sendo desenvolvido com o apoio de voluntários da comunidade, que confeccionam os polvos, de acordo com os padrões definidos (material 100% algodão, antialérgico e mantendo as características de formato do polvo) e dentro de protocolos de higiene e segurança.



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