Como ter acesso a absorventes gratuitos no Rio Grande do Sul

A oferta de absorventes é direcionada a estudantes da rede pública de baixa renda, pessoas em situação de rua ou em vulnerabilidade extrema

Foto: Agência Brasil

Absorventes gratuitos estão sendo distribuídos para pessoas em situação vulnerabilidade em todo o país, desde o último mês de janeiro. O acesso ao item de higiene é feito via Farmácia Popular, que conta com 3.048 estabelecimentos habilitados para distribuição em 440 cidades do Rio Grande do Sul. A iniciativa faz parte do Programa de Proteção e Promoção da Saúde e Dignidade Menstrual do governo federal e visa acabar com as dificuldades trazidas pela pobreza menstrual.

A oferta de absorventes é direcionada a estudantes da rede pública de baixa renda, pessoas em situação de rua ou em vulnerabilidade extrema e a população recolhida em unidades do sistema prisional.

Em Bento Gonçalves, 30 farmácias estão ligadas ao programa e podem realizar a distribuição.

Quem tem direito?

Pessoas com idade entre 10 e 49 anos de idade e que estão inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal.

Além disso, é necessário estar em uma das seguintes situações:

  • Encontrar-se em situação de vulnerabilidade social extrema (renda familiar mensal de até R$ 218 por pessoa);
  • Ser estudante da rede pública de ensino e de baixa renda (meio salário mínimo);
  • Estar em situação de rua, sem limite de renda.

O que é necessário para retirar os absorventes

  • Apresentar a autorização emitida no aplicativo Meu SUS digital;
  • Levar documento de identidade com foto e CPF.

A quem recorrer em caso de dificuldades de acesso ao programa?

É possível obter ajuda na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. Os profissionais da unidade poderão oferecer orientações e, caso necessário, imprimir a autorização do Programa Dignidade Menstrual para a pessoa interessada.

Além disso, outros canais podem ser usados para auxílio:

  • Disque Saúde 136;
  • Centros de Referência da Assistência Social – CRAS e CREAS;
  • Escolas da rede pública de ensino fundamental ou médio, tanto municipais, como estaduais e federais;
  • Centros POP, centros de acolhimento e Consultórios na Rua; e
  • Outros estabelecimentos públicos que atendam mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade social.