• Vinícola Garibaldi
  • Naturepet Pharma
  • Debianchi
  • Envase
  • Posto Ravanello

Formação de ciclone em alto mar preocupa Defesa Civil do RS

  • Ótica Debianchi Lente em Dobro
  • Vinícola Garibaldi
  • Naturepet Pharma
  • Envase

Os maiores impactos do ciclone subtropical devem ser sentidos em alto mar, com ondas entre 3 e 5 metros e ventos intensos passando dos 80 km/h

Foto: Defesa Civil/Divulgação

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgou nota neste sábado, 17/02, sobre a formação de um ciclone subtropical em alto mar nos próximos dias e que deve favorecer o aumento da nebulosidade na metade Leste do Estado. Segundo o órgão, os ventos podem variar entre 35 e 55 km/h na faixa Litorânea. Os maiores impactos do ciclone subtropical devem ser sentidos em alto mar, com ondas entre 3 e 5 metros e ventos intensos passando dos 80 km/h.

As equipes da Casa Militar – Defesa Civil e da Sala de Situação (SEMA) do RS monitoram a evolução desse fenômeno. Segundo a Defesa Civil estadual, as equipes estão prontas para acionamento, caso necessário. De acordo com nota, se for identificado algum risco no território do Estado do Rio Grande do Sul, alertas preventivos serão produzidos para a orientação das população gaúcha.

De acordo com a Metsul Meteorologia, o ciclone deve passar de subtropical a tropical nos próximos dias, o que é menos comum em nossa área. Nos últimos 15 anos foram só três tempestades tropicais no litoral brasileiro. Em 2004, Catarina foi ciclone tropical que se intensificou de tempestade tropical para um furacão ao atingir ventos sustentados acima de 119 km/h.

Segundo a Metsul, ainda não se sabe se o ciclone ameaça provocar estragos, já que ainda não é possível identificar o quanto ele irá se aproximar da costa. Quanto mais perto chegar ou mesmo na hipótese de tocar terra, maior a chance de problemas. A maioria dos modelos de previsão não indica o sistema alcançando o continente, apenas se aproximando.

O único modelo que aponta o ciclone atingindo a costa, no caso a do Rio Grande do Sul, no dia 21, é o da agência meteorológica japonesa.

Fonte: Correio do Povo