Cultura e entretenimento
13/03/2021 08:48:46, escrita por SERRANOSSA

Escritora de Bento é reconhecida como Embaixadora Internacional da Paz

Desde que surgiu no cenário literário de Bento Gonçalves, Emanuelle Da Silva vem se consolidando como uma voz feminina promissora. No ano passado e neste ano, ela ganhou o Prêmio Internacional Mulheres de Letras 2020, realizado pela Editora Litere-se, do Rio de Janeiro.

A antologia “Mulheres das Letras 2020” integra 102 escritoras de países como Brasil, Portugal, Moçambique, Inglaterra, Irlanda e Japão que visa promover a escrita de novos talentos femininos na Literatura. Na ocasião, Emanuelle escreveu dois contos e duas poesias que retratam temas como sua experiência de vida, as lutas das mulheres de conseguirem ter voz e poderem sair de um sistema de opressão e violências.

Além da antologia “Mulheres de Letras 2020”, Emanuelle Da Silva participou de outras como “Clarice para sempre”, “Carolina Maira de Jesus”, “Não tente fechar meus olhos, agora que eles se abriram”, “Mulheres Letras Pretas” da mesma editora, Litere-se.

Agora, Emanuelle recebeu a distinção Embaixadora Internacional da Paz outorgada pelo World Literacy Forum For Peace and Human Rights. A certificação é dada para artistas do mundo todo que, com sua arte, tentam mudar o mundo, lutando pela paz e defendendo os Direitos Humanos. “A Educação e a Literatura mudaram a minha vida para melhor. E receber um reconhecimento que reflete este caminho me deixa muito honrada”, destaca Emanuelle.

O World Literary Fórum for Peace and Humano Rights é um grupo cultural internacional que está fazendo uma grande campanha para certificar artistas como Embaixadores Internacionais da Paz. No momento, está formando uma grande rede de visibilidade para os artistas afetados pela pandemia causada pela COVID-19, por não poderem participar de forma presencial de eventos onde geralmente divulgam a sua arte.

Ainda, com previsão de lançamento em setembro, Emanuelle Da Silva irá lançar o seu primeiro livro solo contemplado pelo Fundo Municipal de Cultura. Intitulado “Shaira”, a história é centrada na personagem-título e vai abordar questões sociais, familiares e psicológicas. E, ainda, é fundadora da Academia de Artes e Letras Internacional da Baixada Fluminense e Brasil (AALIBB) e da recém inaugurada Academia Internacional Mulheres das Letras.

 

 




Curta o SERRANOSSA