Economia
25/06/2012 09:34:38, escrita por SERRANOSSA

Movergs solicita prorrogação da isenção do IPI

Segundo a conselheira Maristela Longhi, o pedido foi recebido de forma positiva em Brasília

A Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs), representada pela conselheira Maristela Cusin Longhi, esteve em Brasília na última semana. O objetivo do encontro foi a solicitação de apoio do governo para a prorrogação da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para móveis. Vigente desde o final de março, o IPI – que incidia em 5% sobre os móveis – passou a ser isento até o dia 30 de junho. A solicitação da Movergs é que a prorrogação do benefício continue até o final de setembro deste ano.

Na oportunidade, os representantes do setor moveleiro estiveram reunidos com o secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique de Oliveira, pontuando os problemas enfrentados pelo segmento e a importância da prorrogação do benefício neste momento. “O governo ficou de analisar o pedido, mas o recebeu de forma positiva”, afirma Maristela. “O secretário adjunto ponderou que o Ministro deve realizar novos ajustes, a fim de que seja concedida a prorrogação até o dia 30 de setembro de 2012”, completa. “Por enquanto são expectativas. Temos que aguardar pela efetiva regulamentação”, observa.

Entre os motivos para tal solicitação por parte da Movergs, está o fato de que a produção nacional de móveis recuou 10,3% em abril deste ano, ante um crescimento de 14,7% no mês de março e 0,1% no mês de fevereiro, acumulando alta de somente 2,5% nestes três meses, conforme dados do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI).

A vigência da redução do IPI para móveis, por meio do Decreto 7.705/2012, iniciou dia 26 de março de 2012. “Nestes meses de vigência, o setor respondeu positivamente ao incentivo fiscal de redução do IPI, contudo não o suficiente para recuperar as perdas acumuladas”, observa o presidente da Movergs, Ivo Cansan. “Com isso, pedimos a prorrogação da redução de IPI até setembro de 2012, como forma de o setor manter a produção nos níveis atuais, mantendo assim, também, os empregos gerados”, esclarece.

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