Esporte
15/04/2020 10:10:06, escrita por SERRANOSSA

Atletas do BGF se mantêm ativos no período de confinamento visando o retorno às quadras

Apesar do confinamento nestas últimas semanas, devido à pandemia do novo coronavírus, os atletas do Bento Gonçalves Futsal (BGF) mantiveram uma rotina de treinamentos visando o retorno às quadras. Sob o auxílio do preparador físico Cláudio Vieira, os jogadores tentam se manter ativos para não comprometer totalmente o condicionamento físico já alcançado até então na pré-temporada. Todas as competições estaduais e nacionais de futsal estão suspensas, sem nenhuma projeção de retorno até então. 

O BGF estava no início de sua pré-temporada quando os treinamentos foram paralisados em decorrência da pandemia. O preparador físico da equipe salienta que os atletas estão seguindo uma rotina de treinos em casa para que, quando os trabalhos forem retomados, as condições físicas não estejam totalmente zeradas. “Montei uma sequência de treinamentos, para que, em cima disso, pudessem estar variando na quantidade de movimentos e de séries. É importante que eles se mantenham ativos, até porque nós vínhamos de duas semanas de treinos bem intensos, com um volume e intensidade alta, treinando na areia, na pista e na academia”, explica.


 

Segundo Cláudio Vieira, a preocupação maior neste período de confinamento é o condicionamento físico dos jogadores. “A recomendação é que que eles trabalhassem a parte muscular, com exercícios como flexões de braço, apoio, barra, subindo em degrau para trabalhar as pernas, variações de agachamentos, abdominais, para que eles pudessem manter o mínimo, pois adquirir condicionamento físico é difícil perto do que vínhamos trabalhando e do que é a realidade do dia a dia”, ressalta.

O preparador físico acredita que, com os atletas se mantendo ativos, com uma frequência de três a quatro treinos durante a semana, os trabalhos poderão ser retomados com uma intensidade relativa para evoluir o mais rápido possível. “É um trabalho de consciência, de percepção daquilo que é necessário para que se possa, quando retornar, dar início a partir de um nível mínimo, para que possamos conseguir dar sequência ao trabalho e recondicioná-los. Quando voltar, poderemos ter o mínimo de movimentação física e corporal para que possamos iniciar com um ponto de partida acima de um estado zerado”, comenta Cláudio. 




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