• Vinícola Garibaldi

Tropa gaúcha completa dez dias de missão em Brasília

  • Vinícola Garibaldi

O efetivo ficará à disposição do Ministério da Justiça e Segurança Pública até 31 de janeiro, período de duração da intervenção federal

Foto: Ascom BM/Divulgação

Os policiais militares do Rio Grande do Sul enviados a Brasília estão completando dez dias de missão. A tropa foi mobilizada após os ataques às sedes dos Três Poderes, no dia 08/01, em Brasília.

Os agentes reforçam a segurança, em apoio à intervenção federal na segurança do Distrito Federal (DF). O objetivo da missão é garantir a ordem, proteger as instituições e o patrimônio público, bem como combater práticas de vandalismo, prevenindo eventuais novas ações.

Ao todo, o governo do Estado disponibilizou 73 integrantes do Comando de Polícia de Choque. Sob a chefia do major Marcelo Paese, o grupo deixou o Rio Grande do Sul no dia 10/01 para se juntar à Força Nacional em Brasília. Todos estão alojados no Batalhão Escola de Pronto Emprego, uma base localizada em Gama, cidade-satélite distante aproximadamente 35 quilômetros de Brasília.

No Distrito Federal, o efetivo gaúcho passou a integrar um grupo de cerca de 600 policiais, para apoiar o Ministério da Justiça e Segurança Pública após as manifestações. Entre os policiais cedidos pelo Rio Grande do Sul, três são mulheres. Os demais estados também encaminharam agentes femininas. 

Em campo

Os brigadianos trabalham em escalas de 12 horas, intensificando o monitoramento da Praça dos Três Poderes e da Esplanada dos Ministérios. Além da vigilância diária, os servidores recebem instruções de padronização e nivelamento de conhecimento por parte da Força Nacional. As capacitações incluem, por exemplo, instruções de tiro, de choque, de abordagem policial e atendimento pré-hospitalar (APH) tático.

O contingente gaúcho também busca uma integração com as polícias de outros estados, para aprofundamento de conhecimentos específicos da atividade e troca de experiências, essenciais para o aprimoramento do trabalho da corporação.

O efetivo ficará à disposição do Ministério da Justiça e Segurança Pública até 31 de janeiro, período de duração da intervenção federal.