Xô, menopausa
Ondas de calor, suores noturnos, ganho de peso, insônia e irritabilidade são alguns dos sintomas da menopausa. O que caracteriza o período é a queda dos hormônios estrogênio e progesterona, que costuma ocorrer entre os 45 e os 55 anos de idade. “Esses desconfortos podem fazer dessa uma das fases mais difíceis para a mulher nos campos emocional e físico. Mas uma dieta equilibrada e suplementos alimentares aliviam os sintomas”, garante a nutricionista Daniela Jobst. Confira os alimentos que não podem ficar de fora do cardápio.
Soja apaga o fogaréu
Os efeitos da soja no organismo das mulheres que enfrentam a menopausa, por exemplo, são bem conhecidos. Isso porque ela é rica em isoflavona, um fitoquímico capaz de atenuar os sintomas do fim da fertilidade por participar da produção, do metabolismo e da ação dos hormônios sexuais. Em outras palavras, as isoflavonas atuam como um substituto do estrogênio e contribuem para a manutenção do equilíbrio hormonal. Três colheres de sopa de soja cozida ou uma fatia de tofu equivalem a 50mg de isoflavonas, quantidade diária mínima para os efeitos aparecerem. “O consumo das isoflavonas presentes na soja diminui a intensidade e a frequência dos calores, da sudorese, das irritações e até da insônia, sintomas típicos da menopausa”, afirma a nutricionista Tarsia Tormena.
Cálcio contra a osteoporose
Muitas mulheres sofrem de osteopenia, que significa a diminuição da densidade mineral dos ossos, e devem se prevenir contra a osteoporose. “Para isso, deve-se ingerir alimentos ricos em cálcio, tais como leite e derivados, nabo, brócolis, folhas de mostarda e sardinha”, explica a nutricionista Daniela Cyrulin, de São Paulo. A especialista também alerta para o cuidado na hora de consumir alimentos que dificultam ou diminuem a absorção do cálcio na mesma refeição, como os ricos em cafeína (café, chá preto e mate) ou os ricos em ferro (carne, frango, feijão). “Se comer carne no almoço, por exemplo, prepare um purê de batata sem leite”, sugere.
Magnésio contra a irritação
Alimentos ricos em magnésio também são essenciais. A deficiência deste mineral no organismo resulta em fadiga e carência de enzimas envolvidas na produção de energia. As oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas) e peixes, como atum e salmão, são ricos nesse mineral.
Sardinha e aveia reduzem a fadiga
Estes alimentos são ricos em uma substância chamada coenzima Q10, um antioxidante que está envolvido com o processo de produção energética no nosso organismo. “A coenzima Q10 diminui seus níveis com a idade, e a suplementação desta, aumenta a energia, reduz fadiga, além de melhorar sistema imunológico e a textura da pele”, explica Daniela Jobst.
Menos sódio, menos inchaço
Para reduzir as quantidades de sódio da alimentação, não basta somente diminuir o sal na comida, é preciso consumir menos produtos enlatados, conservas e industrializados. “Faça seu próprio molho de tomate em casa e, se optar pelas conservas – como azeitonas, pepinos ou palmito –, passe em água corrente antes de comer”, recomenda a nutricionista Daniela Cyrullin.
Chá branco combate o acúmulo de gordura
O chá branco, mais rico em catequinas do que o chá verde, tem um efeito antioxidante aumentado, potencializando funcionamento hepático, eliminação de toxinas do organismo e normalização de lipoproteínas.
Fonte: portal Minha Vida
(www.minhavida.com.br)
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