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“Irá disciplinar o trânsito no local”, diz diretora do IPURB sobre Complexo Viário Zona Sul

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A obra estava programada para ser finalizada em abril, porém, teve seu prazo estendido para junho após mudanças no projeto

Foto: Prefeitura de Bento Gonçalves

Iniciadas em agosto de 2023, as obras do Complexo Viário Zona Sul, empreendimento da prefeitura de Bento Gonçalves para melhorar o trânsito em um dos pontos mais críticos da cidade, seguem sendo realizadas a passos lentos.

Com aditivo financeiro acrescido em dezembro de 2023, o complexo tem custo de R$ 2,5 milhões ao Poder Público. No momento, segundo a diretora do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPURB), Melissa Bertoletti Gauer, a realocação da rede de energia elétrica que passa pelo local da obra é o foco.

“A obra está aguardando a retirada dos postes, de acordo com cronograma da RGE. A primeira etapa já foi realizada no domingo [18/02]. Até o momento, já foi feita demolição do antigo prédio, execução das contenções 01 e 03 e suas respectivas drenagens, e parte do aterro”, afirma.

Inicialmente, a construção do complexo teria duração de oito meses, sendo finalizada em abril de 2024. Contudo, em dezembro, a RGE solicitou alterações no projeto elétrico da obra, acrescentando R$ 318 mil ao orçamento e estendendo o prazo de finalização. “O prazo final foi dilatado para junho [de 2024], em virtude do processo de autorização da RGE para a realocação dos postes”, diz Melissa.

Para impactar o menos possível o trânsito do local, principalmente nos horários de pico – pela manhã e pelo final da tarde -, o IPURB tem programado que a obra seja excetuada em duas etapas, sendo primeiro a parte oeste e após a parte leste.

Defendido pelo governo municipal, o Complexo Viário Zona Sul irá afetar, diretamente, ao menos quatro bairros populosos da cidade, todos repletos de empresas. “Trata-se de um ponto de confluência de quatro bairros, sem mencionar as empresas existentes. A obra trará melhorias significativas para a infraestrutura local, facilitando o acesso e a mobilidade na região. Irá disciplinar o trânsito no local”, pontua Melissa.